Kohnavard destacou ainda que o desfecho pode ser interpretado como um avanço estratégico para Teerã, especialmente por sua capacidade de coordenação com países como Turquia, Catar e Paquistão.
Ela acrescentou que, apesar de o primeiro-ministro libanês tentar apresentar o cessar-fogo como fruto de negociações internas, os indícios apontam que o processo foi majoritariamente moldado pela pressão regional liderada pelo Irã.
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